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O Bispo da Diocese de Santiago, Cardeal Dom Arlindo Furtado descerrou a placa que marca o início da obra da Igreja Sagrada Família, em Terra Branca, na Paróquia São José, na Praia, orçada em mais de 33 mil contos e que estará concluída dentro de um ano.

Segundo explicou o pároco da Paróquia de São José, Bruno Varela, trata-se de um complexo pastoral que irá favorecer também o crescimento humano e pessoal das pessoas não só da comunidade de Terra Branca, mas também das zonas contíguas de Bela Vista, Santaninha e Alto da Glória.

A estrutura terá quatro pisos, para igreja, salas de atendimento e aconselhamento espiritual, de atendimento psicológico, de formação, de catequese e um salão que também servirá para outras actividades, não só ligadas à paróquia directamente, mas também de cariz social.

"O papel da Igreja extravasa não só a dimensão espiritual, mas também procura formar o homem em todo, porque o homem, para viver a sua fé, deve ser formado”, apontou o pároco, que se mostrou confiante de que este projecto irá ajudar na formação do homem.

Por seu turno, o Cardeal Dom Arlindo Furtado sublinhou que se trata de uma obra “muito útil”, que fazia falta à comunidade, e vai dar um “contributo importante” para a união das pessoas que vivem na Terra Branca e nos arredores.

Segundo o Cardeal, a estrutura vai ser importante não só para reunir as pessoas como cidadãos, irmãos em Cristo, mas também para o convívio, oração, formação espiritual, humana e o exercício de comunhão social e de interação social.

“Isto cria outro espírito e outra forma de cuidar do mundo e do relacionamento recíproco e também de promoção do bem comum, que, depois de muita luta, foi hoje apresentado a etapa importante, que é o início efectivo das obras, que deve começar em breve”, disse.

Para o cardeal, tudo isso, plasma a cidadania, a fraternidade, desenvolve o espírito da humanização de que todos precisam para que haja menos violência, menos incompreensão, mais diálogo, mais reconciliação, mais harmonia, mais paz, mais alegria e mais felicidade.

Em representação da comunidade de Terra Branca e da comissão da obra, Maria Júlia Moura, manifestou a sua satisfação e agrado com o arranque desta estrutura que, segundo ela “faz muita falta à comunidade”.

A comunidade tem trabalhado também na mobilização de recursos para a edificação da obra.